O governo oculto dos aliens By Eliel Roshveder


O SEGREDO DOS QUERUBINS





OS APARELHOS CELESTIAIS





Mundos etéricos, portanto são mundos superiores onde habitam civilizações poderosas. Os querubins vistos por Ezequiel e por João no Apocalipse são de dimensões paralelas diferentes. Vamos entender o que eles são.
O governo oculto dos aliens

O governo oculto dos aliens

E aconteceu no trigésimo ano, no quarto mês, no quinto dia do mês, que estando eu no meio dos cativos, junto ao rio Quebar, se abriram os céus, e eu tive visões de Deus.

No quinto dia do mês, no quinto ano do cativeiro do rei Jeoiaquim,

Veio expressamente a palavra do Senhor a Ezequiel, filho de Buzi, o sacerdote, na terra dos caldeus, junto ao rio Quebar, e ali esteve sobre ele a mão do Senhor.

Olhei, e eis que um vento tempestuoso vinha do norte, uma grande nuvem, com um fogo revolvendo-se nela, e um resplendor ao redor, e no meio dela havia uma coisa, como de cor de âmbar, que saía do meio do fogo.

E do meio dela saía a semelhança de quatro seres viventes. E esta era a sua aparência: tinham a semelhança de homem.

E cada um tinha quatro rostos, como também cada um deles quatro asas.



E os seus pés eram pés direitos; e as plantas dos seus pés como a planta do pé de uma bezerra, e luziam como a cor de cobre polido.



E tinham mãos de homem debaixo das suas asas, aos quatro lados; e assim todos quatro tinham seus rostos e suas asas.

Uniam-se as suas asas uma à outra; não se viravam quando andavam, e cada qual andava continuamente em frente.

E a semelhança dos seus rostos era como o rosto de homem; e do lado direito todos os quatro tinham rosto de leão, e do lado esquerdo todos os quatro tinham rosto de boi; e também tinham rosto de águia todos os quatro.



Assim eram os seus rostos. As suas asas estavam estendidas por cima; cada qual tinha duas asas juntas uma a outra, e duas cobriam os corpos deles.



E cada qual andava para adiante de si; para onde o espírito havia de ir, iam; não se viravam quando andavam.

E, quanto à semelhança dos seres viventes, o seu aspecto era como ardentes brasas de fogo, com uma aparência de lâmpadas; o fogo subia e descia por entre os seres viventes, e o fogo resplandecia, e do fogo saíam relâmpagos;

E os seres viventes corriam, e voltavam, à semelhança de um clarão de relâmpago.



E vi os seres viventes; e eis que havia uma roda sobre a terra junto aos seres viventes, uma para cada um dos quatro rostos.

O aspecto das rodas, e a obra delas, era como a cor de berilo; e as quatro tinham uma mesma semelhança; e o seu aspecto, e a sua obra, era como se estivera uma roda no meio de outra roda.

Andando elas, andavam pelos seus quatro lados; não se viravam quando andavam.



E os seus aros eram tão altos, que faziam medo; e estas quatro tinham as suas cambotas cheias de olhos ao redor.

E, andando os seres viventes, andavam as rodas ao lado deles; e, elevando-se os seres viventes da terra, elevavam-se também as rodas.



Para onde o espírito queria ir, eles iam; para onde o espírito tinha de ir; e as rodas se elevavam defronte deles, porque o espírito do ser vivente estava nas rodas.

Andando eles, andavam elas e, parando eles, paravam elas e, elevando-se eles da terra, elevavam-se também as rodas defronte deles; porque o espírito do ser vivente estava nas rodas.

E sobre as cabeças dos seres viventes havia uma semelhança de firmamento, com a aparência de cristal terrível, estendido por cima, sobre as suas cabeças.



E debaixo do firmamento estavam as suas asas direitas uma em direção à outra; cada um tinha duas, que lhe cobriam o corpo de um lado; e cada um tinha outras duas asas, que os cobriam do outro lado.



E, andando eles, ouvi o ruído das suas asas, como o ruído de muitas águas, como a voz do Onipotente, um tumulto como o estrépito de um exército; parando eles, abaixavam as suas asas.

E ouviu-se uma voz vinda do firmamento, que estava por cima das suas cabeças; parando eles, abaixavam as suas asas.

E por cima do firmamento, que estava por cima das suas cabeças, havia algo semelhante a um trono que parecia de pedra de safira; e sobre esta espécie de trono havia uma figura semelhante a de um homem, na parte de cima, sobre ele.

E vi-a como a cor de âmbar, como a aparência do fogo pelo interior dele ao redor, desde o aspecto dos seus lombos, e daí para cima; e, desde o aspecto dos seus lombos e daí para baixo, vi como a semelhança de fogo, e um resplendor ao redor dele.

Como o aspecto do arco que aparece na nuvem no dia da chuva, assim era o aspecto do resplendor em redor. Este era o aspecto da semelhança da glória do Senhor; e, vendo isto, caí sobre o meu rosto, e ouvi a voz de quem falava.



Ezequiel 1:1-28





Os querubins são milhões e milhões no cosmos, mas Ezequiel viu apenas um deles e ficou maravilhado com o poder que tinham. Eles têm vários significados, na verdade a palavra querubim já está no plural, não precisa colocar o s atrás, no singular é querub. O simbolismo dos querubins é complexo, mas ficaremos nesta obra em suas 4 dimensões que significam 4 estados da matéria no universo desde o nível mais denso ao mais sutil.





O querubim leão simboliza o elemento fogo e os estruturais do universo, são as energias que mantém o universo funcionando e começam as batalhas em todo o cosmos contra os filhos da escuridão.





No universo este elemento fogo, este querubim leão, prossegue sua luta contra o fogo negro de Satã e seus exércitos.





Hitler e seus seguidores da SS diziam seguir o sol negro e a suástica era símbolo deste sol. Este sol negro é uma alegoria a loja negra no cosmos, os filhos do caos que pelejam contra o Criador e seus exércitos.





O querubim Leão é o que mantém os mundos criados pelos Elohins. Os Elohins criaram e os querubins mantêm a vida. São estruturas poderosas que mantém todo o cosmos.





O querubim bezerro representa os mundos físicos como a terra e não são apenas um, são trilhões, divididos em vários universos paralelos. Estes querubins bezerros podem pelejar fisicamente na terra, pois são físicos, mas são habitantes de mundos de luz e só se aproxima da terra em suas missões.





Há um mundo paralelo ao nosso onde estão Enoch e Elias e onde estes querubins governam.





O querubim com rosto de águia é o mundo etérico. Na verdade são milhões de mundos etéricos, milhões. Os querubins que vivem nestes mundos são formados pela luz mais sutil e mais pura. Humanos puros podem ir para estes mundos de luz após a morte esperar a ressurreição de seu corpo físico.





O quarto querubim visto por Ezequiel tem rosto de homem, pois simbolizam os mundos superiores aonde os humanos chegarão após a ressurreição dos mortos. Este querubim pode ser um de nós no futuro, pois os humanos que atingirem seu corpo glorioso na ressurreição estarão livres da limitação do tempo e do espaço. Os que atingirem este nível podem chegar a qualquer mundo do universo em segundos, pela força do pensamento.





Estes mundos do quarto querubim são físicos, mas não são como o nosso mundo, são mundos de luz pura, mundos desdobrados na glória eterna, paraísos indescritíveis para nós simples mortais.





Somos mortais, mas se atingirmos a imortalidade com o Criador vamos nos tornar querubins de rosto glorioso.





O assunto querubim é complexo, pois tanto o veículo deles é vivo e glorioso, como também os tripulantes das naves são gloriosos, são anjos poderosos.





Os querubins em resumo tem 4 rostos simbolizando os 4 estados do universo, 4 dimensões centrais. O querubim é tanto o aparelho, o tripulante que dirige ele como também os humanóides vistos por João perto do trono do Criador no céu dos céus.





O assunto querubim é importante demais para ficar de fora de um livro de mundos etéricos e dimensões da escuridão. Através do mistério dos querubins podemos entender como funcionam os mundos do universo, as dimensões e as variadas formas de vida.





Os querubins estão em vários mundos lutando contra as forças do caos e da morte.





Lúcifer também era um querubim protetor. Ele era um querubim leão e mantinha mundos até a queda quando recebeu o DNA da serpente e se tornou um anjo caído.





Os querubins estão na formação da vida em diferentes mundos do cosmos. Na verdade os Elohins criam, mas a partir da criação são os querubins que entram em cena mantendo e protegendo os bilhões de mundos criados.





Há bilhões de mundos habitados todos sendo mantidos pelos querubins da fúria do caos.





CAP II





O ENCONTRO DE PLANETAS ESTRANHOS





Ao mesmo tempo em que negam a existência de UFOS os cientistas encontram planetas estranhos, planetas que podem conter vida ou desafiam as leis da física.





Na verdade tudo contra informação preparando o mundo para aceitar a grande verdade da existência alien, pois eles sabem que os aliens existem e na hora certa mostrarão ao mundo, por isso fazem estes pseudos estudos, na verdade são estudos reais, mas pseudo, pois eles sabem que existem e disfarçam.





Neste estudo novo eles descobriram um planeta com muito monóxido de carbono e pouca água, isso é estranho para a ciência terrena. Agora eles conseguem descobrir a atmosfera de um planeta por sua rotação e translação, pois um planeta com atmosfera gira mais devagar em torno de si mesmo e em torno de sua estela. Isso é muito importante, pois agora eles podem catalogas vários planetas a milhares de anos luz e descobrir se podem ter vida ou não.





Eles sabem a verdade, mas tem que mentir para manter o povo em expectativa até a revelação da existência alien que será logo após a evacuação mundial dos eleitos de Cristo quando então será instalado na terra o governo do intraterreno Maitreya, então todos verão que eles existem.





CAP III





AXIS MUNDI





Neste capítulo veremos a ligação da terra com outros mundos do cosmos através de Jerusalém.





Axis Mundi é o centro do mundo, o lugar onde a terra e o céu se ligam. Em várias culturas do mundo existia este conceito de um umbigo ou pilar ligando a terra ao céu. Na Índia o Monte Mehru, surpreendentemente em forma de pirâmide é o Axis Mundi, em Israel é o monte Sião, em Jerusalém.





O umbigo do mundo liga nosso planeta com mundos superiores, é um caminho, também pode ser uma escada como a escada de Jacó que deu origem a Sephiroth.





Na escada da Sephiroth você tem subir de forma graduada retirando dez véus ou Sephira para chegar ao Criador que está na Kether, na Coroa, no topo da Sephiroth.





Há mundos etéricos da luz e do caos em volta da terra, até podemos dizer uma profusão de mundos e dimensões, mas existe algo que liga estes mundos numa coluna de luz, é o Axis Mundi, a coluna, o umbigo.





No caso do Judaísmo o centro do mundo é Jerusalém, por isso as nações do mundo todo, falo das sociedades secretas contidas nelas, se preparam para o controle final de Jerusalém.





O controle de Jerusalém é o controle do mundo, por isso houve revolta em todo o mundo quando Trump reconheceu Jerusalém como capital de Israel. Muitos governantes e grupos secretos em todo o mundo viram esta notícia como um misto de revolta para muitos e de surpresa e admiração para outros.





Isso tudo porque Jerusalém é o pilar central do mundo, o Axis Mundi para judeus, cristãos e para ordens secretas que tem seu foco na terra santa como a Maçonaria e outras ordens que foram geradas pelos Templários.





Isso também ocorre com os muçulmanos, para eles Jerusalém é a terceira cidade mais sagrada depois de Meca e Medina, mas se torna mais importante por causa da disputa geopolítica. Segundo a crença muçulmana foi em Jerusalém que Maomé foi levado ao céu conhecendo vários céus paralelos no evento de seu arrebatamento, antes de sua morte.





MI'RAJ — A Ascensão do Profeta. Muhammad (s.a.w.) aos Céus. Por: M . Yiossuf Adamgy

Em nome de Deus, o Beneficente, o Misericordioso

Glorificado seja Aquele que, durante a noite, transportou o Seu servo, tirando-o da Sagrada Mesquita (em Makkah = Meca) e levando-o à Mesquita de Al Aqsa (em Jerusalém), cujo recinto bendizemos, para mostrar-lhe alguns dos Nossos sinais. E Ele é o Omniouvinte, o Omnividente.

- (Alcorão 17:1).



Prezados Irmãos,

Assalamu Alaikum (Que a Paz esteja convosco).



Os muçulmanos vão celebrar, relembrando, in-cha-Allah, no próximo dia 26 de Mês de Rajab de 1433, 16 de Junho de 2012, a Mi´raj, a Ascensão do Profeta Muhammad (s.a.w) da Mesquita de Meca à Mesquita de Jerusalém (Maçjid-ul-Aqssa, a Mesquita mais distante), erguida próxima ao Domo da Rocha, também conhecida como a Mesquita de Omar. E daí, depois a sua Ascensão aos Céus. O evento tem um significado triplo para os muçulmanos: histórico, sagrado e místico.



O fato histórico está situado em 620 do calendário cristão. Haviam 10 anos que o Profeta Muhammad (s.a.w) recebera a revelação dos primeiros versículos do Alcorão e há cerca de oito pregava em público a devoção a Deus Único. Kadhija (r. a.), sua esposa e a primeira lhe apoiar, falecera no ano anterior. O Profeta (s.a.w) contava apenas com alguns poucos seguidores, estava isolado dentro da própria tribo (os coraixitas), sem nenhum protetor humano desde a morte do seu tio Abu Talib e no limite das suas forças. A permanência em Meca se tornará insustentável. A confiança na proteção divina não significa descuidar de si mesmo (está escrito, Allah não muda o destino de um povo, até que o povo mude o que tem na alma (Alcorão 13:02), e a única saída possível para evitar a agressão física era uma aliança com um outro clã e a transferência para outra cidade.



Sem obter sucesso para esse plano, uma noite o Profeta (s.a.w) rezou na Caaba e depois adormeceu. Sentiu, então, ser acordado pelo arcanjo Gabriel (a.s.), e colocado na garupa de um cavalo celeste (Buraq).



A Viagem Noturna (al-isrá) teve uma paragem em Jerusalém, no Monte do Templo, onde hoje se encontra a Mesquita de Al Aqsa. Aí, encontrou-se com vários dos grandes Profetas, entre os quais, e tendo em conta as versões de uso mais corrente, Abraão, Moisés e Jesus (a.s.). Em conjunto, efetuaram a oração ritual, tendo Muhammad (s.a.w.) na altura assumido a função eminentemente simbólica de Imame. Seguidamente, Muhammad (s.a.w.), sempre guiado por Gabriel, subiu de céu em céu, tendo por base o local exato que em Jerusalém, liga as duas dimensões do Universo. Foi-lhe possível contemplar o Paraíso e o Inferno. A cada Céu, encontrou-se com um Profeta — o primeiro presidido por Adão; o segundo, por Jesus e João Batista; o terceiro, por José; o quarto, por Enoc; o quinto por Aarão; o sexto, por Moisés e, o sétimo, por Abraão — que antecede o Trono de Allah.



A dimensão sagrada da al-isrá wal mi’raj está contida na mensagem recebida pelo Profeta (s.a.w) durante a sua estadia na esfera divina e em contacto com Senhor do Universo: a salat ou a obrigação da oração, cinco vezes ao dia. A importância da oração canônica, como um dos cinco pilares do Islão, pode ser medida pelo fato de que ela é a única recomendação transmitida diretamente por Deus ao Profeta Muhammad (s.a.w.), sem a intermediação do arcanjo Gabriel, como ocorreu para o texto do Alcorão Sagrado. No Livro do Islão, a oração é citada 117 vezes como um dom concedido aos seres humanos para a sua ascensão espiritual. «Sou Allah. Não há divindade além de Mim! Adorai-Me, pois, e observai a oração, para celebrar o Meu nome» (Alcorão, 20:14). «É certo que prosperarão os crentes, que são humildes em suas orações» (Alcorão, 23:1-2). A essência desta mensagem é a mesma dos avisos feitos a Moisés (a.s.), no Monte Sinai, e da última recomendação de Jesus (a.s.), no Monte das Oliveiras.





* * *

0 comments:

Post a Comment

Read free eBooks, English Fiction, English Erotic Story

Delicious Digg Facebook Favorites More Stumbleupon Twitter